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Co-fundador do serviço diz que as pessoas precisam entender o que é o Twitter antes de se cadastrarem nele
O serviço de microblog Twitter deve estrear nesta semana uma nova página inicial. O objetivo é “mostrar melhor quem nós somos”, disse o co-fundador do serviço, Biz Stone, segundo informação do blog All Things Digital.
A homepage exibida hoje é confusa para a maior parte das pessoas que chegam ao site, assumiu o executivo. Com a reformulação, a página deve ganhar uma caixa de buscas e informações sobre como usar o Twitter, além de saber os “trends” atuais (tópicos mais populares debatidos no serviço).
O executivo declarou ainda que a página inicial se tornará mais interativa e fará com que as pessoas entendam que o Twitter permite descobrir o que está acontecendo no mundo todo em tempo real.
Para tornar o serviço mais fácil de entender foi lançado o site “Twitter 101”, espécie de guia para dar às empresas ideias de como elas podem aproveitar as funcionalidades do microblog.
Com informações do PCWorld.
27 de Julho de 2009 às 10:51
Letícia
O especialista Andrew McAfee - criador do conceito de Enterprise 2.0 - afirmou em entrevista que funcionários das organizações vão utilizar as redes sociais, com ou sem a ajuda das áreas de TI.
Se há pouco mais de um ano, as corporações se perguntavam como lidariam com ferramentas de Web 2.0 - conceito que prevê a interação no ambiente de internet -, hoje a maior parte das empresas já tem algum tipo de atividade ou estuda a implementação de soluções colaborativas, com ou sem a benção da área de TI.
As pessoas aprenderam que é mais eficiente, por exemplo, compartilhar informações em redes sociais corporativas do que enviar documentos por e-mail para grandes grupos de pessoas. E iniciativas como essa fizeram crescer o conceito de Enterprise 2.0 (Empresa 2.0, em português). Este último termo foi criado por Andrew McAfee, professor associado em gestão de tecnologia e operações da Harvard Business School, uma das mais conceituadas universidades de administração de empresas do mundo.
Confira entrevista realizada no ComputerWorld.
às 10:30
Letícia
A população digital da Rússia é a que mais passou tempo nas redes sociais em maio deste ano, com uma média de 6,6 horas e 1.307 páginas acessadas por visitante. Os internautas brasileiros vêm logo em seguida, com 6,3 horas e 1.220 páginas visitadas no período. Os resultados do estudo, promovido pela empresa especializada em web comScore, são relativos a 40 países e revelou que, de 1,1 bilhão de usuários da web acima de 15 anos analisados, 65% estiveram em alguma rede digital de relacionamento durante o período da pesquisa.
A média mundial de tempo gasto nas mídias sociais foi de 3,7 horas por visitante, sendo que cada um acessou 525 páginas dentro de sites como Facebook, Orkut e Twitter. O levantamento excluiu os acessos realizados via lan houses e telefones celulares.
“As redes sociais se tornaram uma atividade popular nos últimos anos não apenas em países com uma cultura digital consolidada, como os da América do Norte, mas também em mercados em crescimento, como a Rússia”, comenta Mike Read, diretor da comScore na Europa, que considerou o alto engajamento em mídias sociais como uma plataforma de negócio para a publicidade e o marketing atingirem essa audiência.
Confira abaixo o ranking mundial de acesso às redes sociais no estudo da comScore:
Países/Média de horas por visitante/Média de páginas visitadas
1º Rússia – 6.6 – 1.307
2º Brasil – 6.3 – 1.220
3º Canadá – 5.6 – 649
4º Porto Rico – 5.3 – 587
5º Espanha – 5.3 – 968
6º Finlândia – 4.7 – 919
7º Reino Unido – 4.6 – 487
8º Alemanha – 4.5 – 793
9º Estados Unidos – 4.2 – 477
10º Colômbia – 4.1 – 473
Com informações do Nós da Comunicação.
3 de Julho de 2009 às 12:25
Letícia
Entre janeiro e abril deste ano, o Twitter se tornou o 2º serviço mais usado para a divulgação de depoimentos sobre marcas e produtos na web, subindo do 6º lugar no ranking ocupado no mesmo período de 2008.
O dado é de um levantamento divulgado pela empresa de monitoração do boca-a-boca online e.life nesta segunda-feira (29/6).
A rede social Orkut, do Google, continua a liderar o ranking, com 45,9% do total de opiniões online sobre marcas e produtos, queda em relação aos 61,1% registrados em 2008.
O Twitter, este ano, foi responsável por 23% dos posts com depoimentos, enquanto em 2008 tinha apenas 3,8%, um crescimento de seis vezes em apenas um ano.
O estudo foi feito com 40.299 depoimentos relacionados ao período de 2008 e 22.914 depoimentos para os relatos de 2009.
Com informações do IDG Now.
30 de Junho de 2009 às 13:58
Letícia
Meta é melhorar prestação de serviço ao cidadão e divulgar ações usando ferramentas online
Todos os órgãos públicos de São Paulo vão liberar o acesso a redes sociais, blogs e outras ferramentas de ‘web 2.0’ aos servidores públicos, com o objetivo de melhorar a prestação de serviços aos cidadãos.
A medida foi publicada no Diário Oficial da Secretaria de Gestão Pública na quinta-feira (25/6), quando entrou em vigor.
A resolução libera o acesso a redes sociais, sites de vídeo, blogs, microblogs e softwares de colaboração, além de serviços relacionados. Os servidores públicos poderão utilizar as ferramentas para se comunicar com os usuários e divulgar ações ou iniciativas do governo.
Para facilitar a comunicação, serão armazenados, nos bancos de dados das administrações, os e-mails e números de celular dos usuários de serviços dos órgãos.
Com informações do PCWorld
29 de Junho de 2009 às 17:25
Letícia
No dia em que o Brasil comemora 509 anos de seu descobrimento, o jornal Diário do Comércio lança
Museu Virtual da Corrupção Online, obra erguida na na rede mundial de computadores, que visa lembrar os escândalos políticos que marcaram a história do País.
O espaço pretende fazer com que o internauta reflita, a partir da mostra dos atos de corrupção ocorridos desde a década de 1970, num primeiro momento. A proposta, porém, é a de recuar no tempo até a época do Brasil colônia.
O Museu foi desenhado pelo arquiteto mineiro Rodrigo de Araújo Moreira, 78, e preenchido pelo trabalho de pesquisa da jornalista Kássia Caldeira. Em sua inauguração, o Museu destacará os 15 episódios que mais geraram discussão nos últimos anos.
O internauta encontrará no Museu a completa relação dos escândalos políticos desde de os anos 1970 e grande parte das ações realizadas pela Polícia Federal (PF) durante os últimos 39 anos. Haverá também uma seção com sugestões de links sobre o tema e outra com publicações recomendadas sobre o assunto.
Com informações do Adnews. Leia matéria na íntegra aqui.
23 de Abril de 2009 às 12:09
Letícia
Foi lançada nesta terça-feira (21) pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a
Biblioteca Digital Mundial.
O projeto idealizado pelo Bibliotecário do Congresso dos EUA, James H. Billington e apresentado à Unesco em 2005, busca promover a conscientização multicultural por meio da consulta e acesso dos conteúdos históricos de outros países.
Inicialmente, a biblioteca virtual tem o apoio de 32 instituições culturais e bibliotecas de países como China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México, Rússia, Arábia Saudita, Egito, Uganda, Israel e Japão. Entre as parceiras também está a Biblioteca Nacional do Brasil.
O acervo conta com dezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações que foram digitalizados e traduzidos para os principais idiomas da ONU (árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol).
Além do sistema de navegação e busca de documentos nos sete idiomas oficiais, o portal também oferece obras em outras línguas. Até o momento, o acervo já possui tesouros culturais como a obra da literatura japonesa ‘O Conde de Genji’, do século XI, e uma pintura de pintura de 8 mil anos com imagens de antílopes ensanguentados, que se encontra na África do Sul.
Além do site, a Unesco também está lançando uma campanha para que mais países se tornem parceiros da Biblioteca. Segundo Abdelaziz Abid, coordenador do projeto, as instituições que fornecerem seus acervos continuam sendo proprietárias desse conteúdo. “O fato de ele estar no site da Unesco não impede que seja proposto também a outras bibliotecas”, explicou. O objetivo da Unesco é chegar a 60 instituições até o final do ano.
Com informações do Adnews.
22 de Abril de 2009 às 13:34
Letícia
Nos últimos 12 meses, o Brasil economizou 370 milhões de reais com o uso de sistemas operacionais, browsers e outros softwares livres, segundo cálculos do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).
O valor é o dobro dos gastos com o desenvolvimento dos programas da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física e de consulta ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), ou cerca de um quarto do orçamento anual do Serpro.
O presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados, Marcus Vinicius Ferreira Mazoni, aponta que o valor economizado é ainda maior se considerados o dinheiro que deixou de ser gasto com a manutenção de programas, a economia com o uso de programas feitos sob medida e o fim da aquisição de licenças para novas redes.
Mazoni cita a instalação e o funcionamento de mais de 5 mil telecentros em todo o País graças ao uso de softwares livres. E os valores economizados devem crescer nos próximos anos. Segundo ele, a tecnologia, além de mais barata, é superior por sua adaptabilidade.
No dia 15 de abril, o Serpro tornará acessível para órgãos públicos, empresas e usuários particulares uma nova plataforma de desenvolvimento de programas “Demoiselle” (do francês, senhorita).
Com informações do ComputerWorld.
7 de Abril de 2009 às 13:18
Letícia
Em evento que reuniu a imprensa, entidades associadas e agências voltadas ao mercado de comunicação digital, foi anunciado nesta terça-feira, 31 de março, a fundação da Associação Brasileira das Agências Digitais (Abradi), organização sem fins lucrativos que pretende ser fonte de referência em todos os movimentos e contratações do mercado de internet. “Queremos ser um canal educativo para trazer as agências mais rapidamente aos novos padrões da internet. Pretendemos melhorar o modelo de se fazer comunicação digital”, destacou Cesar Paz, presidente da Abradi.
De acordo com Paz, a associação foi criada para atender a uma necessidade de sobrevivência no setor, pois, segundo ele, novas plataformas exigem novos modelos e a Abradi chega justamente para auxiliar nessas novas soluções. “Isso não é um resultado de um mercado pronto, mas de um negócio em transformação. Sem contar que a legislação brasileira ainda está muito atrasada em relação à internet”, apontou o presidente
Para marcar o lançamento da organização, foi criada, na última segunda-feira, 30 de março, a rede social Abradi, um dos canais de informação que será responsável pelo debate e tentativas de melhoria do setor. “Em 24 horas já tínhamos mais de 100 membros. Queremos permitir a participação dos cidadãos e de todos os envolvidos no mercado; é uma comunidade aberta, qualquer um pode participar”, enfatizou o executivo.
A formação da Abradi se deve à união de oito entidades regionais do setor nos estados de São Paulo, (Apadi), Bahia (ADBA), Rio Grande do Sul (Agadi), Santa Catarina (Acadi), Minas Gerais (Amadi), Paraná (Apradi), Pernambuco (AETI) e Rio de Janeiro (Abradi-RJ).
Com informações do Portal da Propaganda.
1 de Abril de 2009 às 11:20
Letícia
O estudo “Transformando o papel da indústria de telecomunicações”, do Institute for Business Value (IBV) da IBM, alerta que os fornecedores de soluções de telecomunicações devem criar novos serviços para atender as necessidades dos usuários das redes sociais.
A pesquisa ressalta que cada vez mais a web será usada para compartilhar vídeos, fotos e outros conteúdos multimídia que permitem enriquecer a experiência dos usuários. Este aumento de interatividade desperta o interesse do internauta em usar ainda mais a web no seu cotidiano e desafia as organizações a desenvolverem serviços diferenciados.
Segundo a análise, 90% do consumo de banda larga do tráfego da internet deve ser direcionado para redes sociais até 2012. Entre as ferramentas que terão maior crescimento no período estão: TV pela internet, com aumento de 104%; comunicações por vídeo, 44% games, 30% e VoIP, 24%.
Este cenário permite que empresas, como a Skype e o Google, apresentem modelos de negócios diferenciados. Além de tradicionais fornecedores, essas companhias oferecem um conjunto de ferramentas e aplicativos de comunicação, que vão desde mensagens instantâneas até serviços de colaboração mais complexos.
O estudo aponta que as redes sociais já estão sendo utilizadas para prover a interação entre empresas, clientes e parceiros de negócios. Entre os dados, 69% dos profissionais utilizam aplicativos para aumentar a colaboração, 55% agilizam o tempo de resposta e outros 36% pretendem diminuir os custos de TI com o uso dessas ferramentas.
Com informações do ComputerWorld.
4 de Março de 2009 às 11:11
Letícia
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