Publicações arquivadas sob Mercado Publicitário
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, em todo o território nacional, campanhas publicitárias de produtos à base de ácido acetilsalicílico ou de medicamentos de venda isenta de prescrição médica com propriedades analgésicas e antitérmicas, que aliviam a gripe.
Segundo resolução publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), a suspensão é necessária em razão do aumento dos casos da Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína, no Brasil.
Para a Anvisa, o uso desses medicamentos é capaz “de mascarar uma situação de risco à saúde” de pessoas supostamente acometidas pela doença.
A resolução será revogada assim que a situação se normalizar.
Com informações do CCSP.
14 de Agosto de 2009 às 12:18
Letícia
Após dois anos e meio do início da Lei Cidade Limpa, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), liberou a divulgação de material publicitário em abrigos de ônibus e irá ampliar a rede de relógios públicos. Dessa forma, a quantidade de locais nos quais a propaganda será permitida subirá para 9.800 pontos.
Com informações do Portal da Propaganda. Veja a matéria na íntegra aqui.
12 de Agosto de 2009 às 11:37
Letícia
Alerta vermelho permanente: o pai do Marketing fala sobre como se deve fazer Marketing nos dias de hoje, de crise e de redes sociais
Imagine que todos os médicos fossem atuar nas extremidades de seu mercado. Eles se tornariam, ao mesmo tempo, profissionais de pronto-socorro e de postos de saúde que objetivam a prevenção. É mais ou menos isso que as empresas terão de fazer na nova era do caos.
Trata-se da aposta do “pai” do Marketing Philip Kotler, segundo o qual a partir de agora as empresas terão de instalar um sistema de alerta (prevenção) e resposta rápida (o atendimento de pronto-socorro) que lhes permita desenvolver rapidamente novos cenários quando a economia entrar em queda, o que deve acontecer com frequência, e atuar neles.
Em outras palavras, as empresas precisarão abandonar a sensação de segurança que haviam construído com políticas, estratégias e táticas resultantes de anos de tentativa e erro e aceitar que agora surgiu um ponto de inflexão estratégica gigantesco. Ou mantêm a estratégia e correm os riscos derivados dessa decisão – o novo ambiente pode castigar e, inclusive, levar à ruptura–, ou reconhecem a necessidade de uma nova.
O novo livro de Kotler, Chaotics (escrito em parceria com John A. Caslione e publicado pela Amacom) busca formatar essa nova estratégia, ou, como eles preferem chamá-la, esse sistema de gestão do caos. Em entrevista exclusiva a José Salibi Neto, Kotler repassa os fundamentos desse sistema e quais as especificidades para economias emergentes em geral e para o Brasil em particular. Vale notar que Kotler não entra no mérito sobre se isso é pior ou melhor – é diferente e, por enquanto, inevitável. E exige outra abordagem de enfrentamento pelas empresas.
A entrevista foi publicada no Mundo Marketing. Leia na íntegra aqui.
6 de Agosto de 2009 às 11:46
Letícia
Peças terão que trazer ‘texto educativo’
Lei Federal 12.006, publicada nesta quinta-feira (30) no Diário Oficial da União (DOU), em complemento ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB), determina que os trabalhos publicitários de produtos da indústria automobilística - seja para veículos ou para peças - deverão incluir, obrigatoriamente, uma mensagem educativa de trânsito.
Desse modo, a partir de agora, anúncios, spots e comerciais de pneus ou de um novo tipo de carro, por exemplo, veiculados em rádio, televisão, jornais, revistas ou outdoor, deverão conter frase similar a “se beber, não dirija” ou “não dirija e fale ao celular ao mesmo tempo”, entre outras.
A nova lei também determina que a publicidade constante em outdoors instalados nas beiras das rodovias, seja ela de qualquer tipo de produto, incluindo anunciantes institucionais (das empresas concessionárias) e até eleitorais, também contenha informações sobre educação no trânsito.
As penas para quem descumprir as novas normas vão desde advertência por escrito, no primeiro flagrante, e suspensão da divulgação da campanha do produto por 60 dias, até multa de 1 mil a 5 mil vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (Ufir) em casos de reincidência, além da suspensão imediata da veiculação da peça publicitária.
Com informações do CCSP.
3 de Agosto de 2009 às 16:21
Letícia
A partir do dia 07/07, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá um novo canal de comunicação com a sociedade. A coluna “O Presidente Responde”, será veiculada todas as terças-feiras nos jornais impressos interessados na publicação.
No espaço, o presidente irá responder perguntas formuladas pelos leitores. Caberá aos veículos enviá-las para a Secretaria de Imprensa do Planalto, que selecionará, semanalmente, três para serem respondidas.
As perguntas devem tratar de temas relacionados às políticas públicas, com relevância e interesse jornalístico. Todos os jornais receberão o mesmo material, que deverá ser publicado na íntegra. Cada texto terá aproximadamente 3,5 mil caracteres, com layout livre.
O cadastramento dos veículos foi aberto nesta segunda-feira (15/06). Os interessados devem preencher uma ficha que está disponível no site da Presidência.
Além da coluna, a Secretaria de Imprensa do Planalto planeja ainda para este ano a criação de um blog, um canal no Youtube e uma conta no Twitter. A idéia do governo é servir de fonte de informação diretamente para a população, sem a mediação e edição dos veículos.
Com informações do Comunique-se.
17 de Junho de 2009 às 13:22
Letícia
Entram em vigor no dia 16 de junho as novas normas e restrições da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre a publicidade de medicamentos.
Uma das principais novidades do documento é a restrição à participação de artistas e personalidades em campanhas. Os textos das agências de publicidade devem ser objetivos, direto ao ponto. As personalidades não poderão mencionar benefícios pessoais e nem fazer sugestão para uso de remédios nos canais de mídia.
Clique aqui para ler o texto oficial da Anvisa assinado pela assessoria de comunicação do orgão.
Com informações do CCSP.
15 de Junho de 2009 às 11:06
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Aquisição engloba 86.962.965 ações, o que representa 70,2% do capital social total e votante do Ponto Frio.
O Grupo Pão de Açúcar anunciou nesta segunda-feira (08) a compra da rede Ponto Frio por R$ 824,5 milhões. Após as aprovações societárias necessárias, o Pão de Açúcar vai adquirir 86.962.965 ações, que representam 70,2% do capital social total e votante do Ponto Frio.
O objetivo do Pão de Açúcar é “fortalecer e ampliar de forma significativa a sua atuação no segmento de eletroeletrônicos e assumir a liderança do varejo brasileiro”, com cerca de R$26 bilhões de faturamento anual e mais de 1.200 lojas.
O Ponto Frio atualmente opera em 10 Estados e no Distrito Federal, por meio de uma rede de 455 lojas com faturamento bruto anual de R$ 4,8 bilhões, diz o comunicado divulgado na página da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na internet.
Os termos e condições da aquisição estão sujeitos à aprovação do Conselho de Administração e dos acionistas do Pão de Açúcar, em assembléia geral, a ser realizada nos próximos 20 dias.
Com informações do Propmark.
8 de Junho de 2009 às 11:47
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O comércio eletrônico deve faturar, no Dia dos Namorados, 20% a mais que no ano passado, somando 390 milhões de reais, aponta previsão da e-bit referente ao período de 29 de maio a 12 de junho, divulgada nesta sexta-feira (05/06). No mesmo período do ano passado, o e-commerce movimentou 324 milhões de reais.
O diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, diz que a data pode ser beneficiada com mais vendas de produtos com maior valor agregado, e aponta este movimento como tendência no setor. O valor médio das compras na web este ano está estimado em 320 reais.
Com informações do PCWorld.
às 11:26
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Para Aaron Sutton, diretor de criação da MPM, ações inesperadas fortalecem a comunicação; tema foi alvo de debates em fórum da ABA
“O imprevisto é o DNA das grandes ideias”, disse Aaron Sutton, diretor de criação da MPM, durante o 5º Fórum ABA de Comunicação Integrada, realizado nesta terça-feira (2), em São Paulo. O evento discutiu todos os esforços para se concretizar, de fato, uma comunicação integrada.
“Acredito que a imprevisibilidade seja fundamental numa ação. Como disse um cliente certa vez: ‘fazer algo consistente é bom. Mas a supresa é, sem dúvida, bem melhor’. No dia-a-dia, o excesso de organização limita a criação de imprevistos”, afirmou o executivo, que também disse que a integração consiste em um processo de paciência e humildade. “É difícil ter pessoas trabalhando desta maneira. Afinal, comprovar que não existe um único profissional genial não é uma tarefa fácil. Todas as áreas devem refletir ao mesmo tempo na elaboração de uma estratégia”, explicou Sutton.
Para Ana Paula Cortat, VP de planejamento da Leo Burnett, tal processo de integração não deve apenas existir na agência, mas também em seus clientes. “É necessário que haja uma reinvenção, principalmente das grandes empresas que são repletas de departamentos. Os anunciantes precisam atuar de maneira mais aberta para que o tema não fique apenas no discurso entre a agência e o cliente”, afirmou Cortat.
A executiva chamou atenção, ainda, para os eventos de premiações que, segundo ela, apresentam uma forma limitada de enxergar integração das ações de comunicação. “Normalmente, quando há um prêmio por determinada iniciativa, a dupla de criação é que é aclamada. E não é bem assim. Existe um esforço em conjunto. Essa percepção deveria ser revista para que houvesse a valorização do todo’”, salientou Ana Paula.
por Juliana Welling, publicado no Propmark.
3 de Junho de 2009 às 16:42
Letícia
Os afiliados da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (FecomércioRJ) podem manter os termos estrangeiros em suas propagandas, sem correr o risco de serem multados. O órgão conseguiu uma liminar na Justiça, que permite a utilização, na contramão da Lei Municipal 5033, sancionada pelo prefeito Eduardo Paes em 19 de maio.
O texto da proposta afirma que palavras em outras línguas como delivery e sale precisam ser traduzidas para o português.
Segundo o jornal O Globo, a Fecomércio considerou a lei institucional, pois restringe a liberdade de manifestação de pensamento. Para Leonarado Pessoa, coordenador do Núcleo Jurídico da entidade, a questão é federal. “Você imagina se cada um dos 92 municípios do Rio tivessem uma lei diferente sobre a questão da propaganda? Seria o caos. Essa questão só pode ser prevista em legislação federal”.
“Se as empresas usam esses termos para atrair clientes, é sinal de que seu público entende a mensagem”, afirmou Godofredo de Oliveira, presidente do Instituto Internacional da Língua Portuguesa. Segundo ele, o idioma tem um autorregulamentação e seria complicado definir o que é um abuso ou não nas propagandas.
Com informações do Adnews.
às 16:35
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