Arquivo de Maio de 2009

Lei obriga tradução de palavras estrangeiras em publicidade no Rio

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Nada de “sale”, “off” ou “delivery”. Desde ontem, as peças publicitárias no Rio só podem usar palavras estrangeiras se tiverem a tradução –”liquidação”, “desconto” e “entrega em domicílio”, respectivamente, nos exemplos citados–, em letras do mesmo tamanho.

Quem desrespeitar a lei estará sujeito a uma multa de R$ 5.000. Na primeira reincidência, o valor será dobrado; na segunda, o alvará da empresa será suspenso.

O vereador Roberto Monteiro (PC do B) propôs a lei em 2007. Aprovada em abril passado, foi sancionada anteontem pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB).

O vereador afirma que quis “preservar a cultura do país e facilitar a compreensão das propagandas por quem não conhece outros idiomas além do português”.

Segundo o vereador, a fiscalização deverá ser definida pela prefeitura. Procurada pela Folha, a assessoria do prefeito não se manifestou.

Para Flávio Medeiros, presidente do Clube de Criação do Rio, que reúne profissionais da publicidade, a lei é “conservadora”. “Mas não é isso que vai tornar as peças publicitárias menos criativas.”

Com informações da Folha Online.

Adicionar comentário 22 de Maio de 2009 às 13:16 Letícia

Pesquisa confirma: Marketing ganha importância estratégica

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A importância do Marketing para as empresas brasileiras está crescendo e o profissional está sendo mais valorizado nos últimos três anos. Esta é a opinião de 73% dos profissionais de Marketing do Brasil que participaram de um estudo feito pela ABMN (Associação Brasileira de Marketing e Negócios) em parceria com o Ibope Inteligência para avaliar o Marketing no Brasil.

De acordo com Dudu Godoy, presidente da ABMN, o Marketing ganhou importância nos últimos três anos principalmente por causa do aprendizado do brasileiro em lidar com um mundo globalizado. “Houve uma maturidade da profissão de Marketing no Brasil e hoje somo atores e não coadjuvantes. Não dependemos mais tanto dos EUA e da Europa como há doze anos. É notório o amadurecimento da profissão no país”.

O executivo não acredita que o reconhecimento da profissão de Marketing no Brasil seja tardio. “Acho que acompanhou o desenvolvimento do país e a inserção do Brasil no mercado mundial. Estamos aprendendo na prática porque na sala de aula o Marketing é muito fraco no Brasil. Precisamos primeiro estabelecer o profissionalismo para obter melhores condições de aplicar o Marketing”, acredita Godoy.

Apesar da maturidade que vem ganhando no Brasil, a área de Marketing perdeu o glamour que tinha no passado. Antes, o profissional de Marketing era o dono do produto, da marca. Ele mandava no jeito como ela seria apresentada, na comunicação da marca. “Hoje este profissional se vê como o cérebro da empresa já que o Marketing ganhou mais atribuições e deu conta do recado”, conta Vera Ligia. “No cenário atual, o Marketing deixou de ser romântico e passou a ser mais cérebro e eficaz”, completa a diretora de planejamento e atendimento do Ibope Inteligência.

Veja a matéria completa de Thiago Terra sobre a pesquisa aqui.

Com informações do Mundo do Marketing.

Adicionar comentário 12 de Maio de 2009 às 11:03 Letícia

“Crise dos impressos não terá fim”, diz CEO do Publicis

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O CEO do conglomerado de comunicação Publicis Groupe, Maurice Levy, tratou de separar o mau momento da economia mundial e a crise vivida pelo meio impresso. Em declaração na última terça-feira, durante a FIPP 2009 World Magazine Congress, em Londres, disse que “o fim da crise econômica não será o fim da crise da mídia analógica”.

Levy ainda enviou alerta aos donos de jornais e revistas: pediu que eles não esperem por melhoras no setor e também aconselhou não esperar por um “surto de filantropia” por parte dos anunciantes. Segundo ele, mas marcas estão cada vez mais focadas em distribuir a verba publicitária aos meios digitais.

O CEO do Publicis também afirmou que a queda de circulação, processe que ocorre há anos, é “irreversível”. Garantiu ainda que nenhum pacote de estímulo econômico poderá barrar esta tendência.

Levy também propôs uma questão: “além disso, quem honestamente acredita que os jovens, a quem chamamos de nativos digitais, vão trocar seus computadores, iPods, celulares e voltar para a mídia impressa?”.

Com informações do Adnews através do Brand Republic.

Adicionar comentário 7 de Maio de 2009 às 14:23 Letícia

Globo veta comerciais com mais de um minuto

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A TV Globo deixa de veicular comerciais com mais de um minuto de duração nos intervalos de todos os seus telejornais e do “Globo Esporte”.

De acordo com informações de Daniel Castro, da Folha de S.Paulo, a medida visa impedir a queda de audiência nos breaks. Os intervalos dos jornalísticos estão limitados a dois minutos de duração.

Willy Haas, diretor-geral de comercialização, explica que os intervalos dos telejornais duram só dois minutos por causa “da dinâmica” desses programas: “Eles são mais curtos, então temos que valorizar.” Um comercial de 30 segundos para todo o país no “JN” custa R$ 367 mil. Na novela das oito, que tem mais audiência, sai por R$ 365 mil.

Nos demais programas, a Globo só aceitará comerciais com mais de um minuto depois de analisar a peça. A regra visa evitar programetes e balanços de prefeituras, por exemplo.

Outra nova regra exige que um comercial que faça chamada para outro (como a nova campanha da SKY) deixe claro que a exibição ocorrerá no “intervalo comercial” de determinado programa.

Com informações do CCSP.

Adicionar comentário 5 de Maio de 2009 às 08:29 Letícia

Governo decide manter veto à multiprogramação

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As emissoras privadas privadas continuam proibidas de explorar a multiprogramação de TV digital pelo menos até o final do ano. Segundo informações da coluna Outro Canal, o governo federal decidiu manter a decisão tomada meses atrás.

A medida vai contra a promessa feita pelo ministro Hélio Costa no início de março de regulamentar a multiprogramação comercial em dois meses. No entanto, essa promessa não deverá ser cumprida já que o ministério ainda não começou a preparar essa regulamentação.

Agora, o assunto deverá ser ‘empurrado’ para a Conferência Nacional de Comunicação, que acontece em dezembro.

O recurso de multiprogramação dividiu as emissoras e se tornou um problema político para o governo. Entre as redes contrárias ao mecanismo, estão Globo, SBT e Record, por meio da Abert (associação das TVs), que alegam que o mecanismo cria no vos canais e, consequentemente, novos concorrentes.

Já a a Band, a Rede TV! e, principalmente, o Grupo Abril, têm se posicionado a favor da multiprogramação.

Com informações da Redação Adnews via colunista Daniel Castro.

Adicionar comentário 4 de Maio de 2009 às 16:57 Letícia


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