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Tv Cultura prioriza o Bem Estar Popular por meio de nova programação

1 de Abril de 2009 às 11:49 Letícia  | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 1547

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A TV Cultura acaba de lançar sua nova grade de programação, com foco na formação de parcerias para a realização de produções independentes e na continuação dos projetos iniciados em 2008. Um dos grandes objetivos da emissora é dar maior abertura aos artistas com ideias inovadoras, a fim de enriquecer cada vez mais a televisão brasileira. Para isso, a renovação começa com a chegada de documentários, reality shows e novas séries voltadas ao público jovem e infantil, a partir do mês de abril.

Uma das grandes prioridades do canal é o aprofundamento do posicionamento adotado em 2008, “TV Cultura: a TV que faz bem”, com base nesse diferencial cinco novos programas foram elaborados: Tudo que é sólido pode derreter, atração infanto-juvenil que brinca com a literatura lida pelos jovens, geralmente para os vestibulares, envolvendo Thereza, a personagem principal, com os personagens dos livros; EcoPrático, reality show sócio-ambiental, que conta com os apresentadores Anelis Assumpção e Peri Pane visitando casas e apartamentos a fim de melhorar o comportamento ambiental de seus moradores; Janela Brasil, série que exibe documentários produzidos por cineastas e videomakers paulistas, como Ugo Giorgetti e Tadeu Jungle; Grandes personagens, documentários que resgatam os perfis biográficos de grandes nomes da música, dança, artes plásticas, teatro e fotografia do Brasil; e uma das maiores cartadas da emissora, o Univesp TV, que oferece programas de apoio, em HDTV, a cursos virtuais da Unicamp, USP e Unesp, por meio de canal digital.

“A televisão é como a indústria automotiva: se pauta pelo mercado. O objetivo é vender cada vez mais, geralmente para um mesmo público, e por isso os automóveis de hoje em dia são tão parecidos. A TV Cultura não deixa de ter uma produção industrial, mas conta com regras diferentes. Procuramos pessoas que ainda não estão no mercado atual, mas que algum dia o conquistarão, e por isso fazemos o que os outros canais não podem fazer”, finaliza Markun.

Trechos da matéria publicada por Ana Ferraze no Portal da Propaganda.

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2 Comentários Faça seu próprio

  • 1. LEONIDAS DE AZEVEDO RIBEIIRO  |  22 de Abril de 2009 às 00:26

    É interessante a constatação com relação à TV comercial. Tão preocupada em cada vez vender mais, suas receitas contemplam na maioria das vezes o mau gosto, o mundo cão, muitas baixarias, apelos vulgares e pior, importando conceitos, culturas e heróis, em flagrante desrespeito à inteligência da audiência que fica refém desse raciocínio descabido, que nivela impiedosamente por baixo a sua inteligência.
    Um grande mistério a desvendar é saber de que entranhas saem informações de que a audiência aposta no desqualificado, no ruim, ou na violência gratuita para a ter a sua atenção. É sabido e não vamos ignorar, que num primeiro momento esses apelos funcionam, mas a continuidade insana e repetição sistemática de refrões, cacoetes, exploração da miséria e demais atentados à integridade cultural, não pode ter embasamento científico.
    Não dá pra gente se render a essa realidade imposta, mas que também não muda, porque ninguém quer ousar, proporcionar algo diferente que contemple o entretenimento com qualidade, bom gosto, respeitando e valorizando a parte mais importante: SUA EXCELENCIA A AUDIÊNCIA. Dessa forma vamos ficar como os fabricantes de carros, todos se copiam e ninguém abre espaço para o novo. Dá até para perdoar os fabricantes de bens de consumo, mas não aos fabricantes de cultura. Para esses o peso de avaliação é diferente. Através deles, de suas influências, seremos orgulhosos ou envergonhados, empreendedores ou desmotivados. A cultura, o conhecimento, são bens maiores, inalienáveis e os seus disseminadores tem um papel de importância absoluta, cabendo à TV o maior quinhão dessa responsabilidade.
    Quem sabe a TV CULTURA pudesse mudar essa realidade tão grotesca, criando uma incubadora de projetos, oferecendo oportunidade através de um concurso ou algo similar, abrindo espaço para que possam surgir talentos que preencham essa imensa lacuna cultural. Um concurso de sinopses, com tema escolhido ou livre, onde os melhores tivessem seus trabalhos premiados com a materialização de seus projetos. Quem sabe essa atitude provoca um choque cultural e redireciona a nossa TV?
    Sua Excelência com certeza vai agradecer.

  • 2. carlos eduardo c. ferreira  |  10 de Julho de 2009 às 16:19

    Olá amigos da tv cultura,quero dizer para vocês que assisto a programação de vocês desde criança,e acho a tv cultura a melhor
    emissora do brasil,uma emissora que sempre levou cultura,informação,diversão,arte e entretenimento para pessoas de todas as idades.sempre admirei muito a programação de vocês.
    só queria ressaltar uma coisa:certo dia vi durante o intervalo de um programa da tv cultura,umprograma que vocês vão exibir de um programa onde mostrará o dia-dia de um casal que vive em um apartamento,com uma câmera escondida,mostrando o que eles falam,o que fazem,etc.quero dizer a vocês o seguinte: façam JUS ao nome de vocês,porque isso que vocês vão exibir,é como se fosse um big brother com só 2 participantes.não se rebaixem a esse nível,vocês não merecem isso,deixem essas mediocridades
    que não acrescentam nada para a sociedade para a globo e a tv record.pensem numa outra coisa melhor,que agregue valores,para
    vocês terem audiência.por favor,pensem nisso.

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