Arquivo de Janeiro de 2009
Há algumas razões que fazem com que o Google seja muito mais rentável que seus rivais como Yahoo! e Microsoft no que diz respeito à publicidade nas buscas.
Primeiramente, ele possibilita muitas buscas. Em segundo lugar, a tecnologia é programada para exibir anúncios com foco exato. E, em terceiro, ele possui muito mais anunciantes. Muito mais.
De acordo com reportagem do The New York Times, até agora, porém, o número de anunciantes do site é um segredo guardado a sete chaves. O Google apenas diz que ele tem mais que centenas de milhares de anunciantes.
O problema é que essa era apenas um número estimado. Em um depósito regulador com a Comissão de Segurança e Troca, o Google informou que 1 milhão de anunciantes, a partir de 2007. Nesse passo, podemos esperar que o número esteja muito mais elevado agora. O número de anunciantes do Google cresceu firmemente de 89.000 em 2003, para 201.000, em 2004, 360.000 em 2005 e 600.000 em 2006.
O analista Ben Schachter disse que espera que o número atual deva estar entre 1,3 milhões e 1,5 milhões. O Google recusou-se a comentar o tamanho da sua base de publicidade atual. Schachter diz que o número e o que as pessoas mais querem saber nesse mercado.
Mais anunciantes significa mais receita - e mais receitas, em média, para cada pesquisa - por algumas razões: um maior número de consultas terá anúncios correspondentes contra eles, e em consultas populares, a concorrência para a colocação será mais intensa, e como resultado, os preços dos anúncios - que são estabelecidos por leilão - serão maiores.
De acordo com Schachter, esses números caem bem a Internet gigante e há ainda um grande espaço de crescimento nesse negócio.
Com informações do Adnews.
12 de Janeiro de 2009 às 11:54
Letícia
Setor movimentou R$ 8,2 bi em 2008
O comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 8,2 bilhões em 2008, de acordo com dados prévios divulgados pela consultoria e-bit nesta quinta-feira (08).
O número significa um incremento de 30% em comparação a 2007, quando foi registrada receita de R$ 6,3 bilhões.
O tíquete médio do brasileiro em 2008 foi de R$ 328, ainda segundo o levantamento.
Entre os motivos que impulsionaram o e-commerce brasileiro durante 2008, apesar da crise, o e-bit destaca a crescente profissionalização das lojas, o maior conhecimento do brasileiro sobre as vantagens de compra online e a entrada de tradicionais players no comércio eletrônico, como o Wal-Mart.
A versão final do relatório com dados sobre o comércio eletrônico brasileiro da e-bit, o WebShoppers, será publicado na primeira quinzena de fevereiro.
Com informações do IDG Now!, na íntegra aqui
às 11:31
Letícia
As vendas globais de notebooks superaram pela primeira vez as de desktops no terceiro trimestre, de acordo com a iSuppli.
Segundo a analista de mercado, o acontecimento é efetivamente um divisor de águas para a indústria de computadores.
Foram comercializados 38,6 milhões de notebooks no período, valor 40% maior em comparação ao registrado nos mesmos três meses de 2007, enquanto 38,5 milhões de desktops foram vendidos, total 1,3% menor em relação ao do terceiro trimestre do ano passado.
No geral, as vendas de computadores aumentaram 15,4% e somaram 79 milhões de unidades.
A Accer vendeu quase 3 milhões de computadores a mais do que havia comercializado no trimestre anterior, sendo que a maioria das máquinas eram portáteis.
A companhia taiwanesa é agora a terceira maior empresa de computadores do mundo com base em participação no mercado – ela responde por 12,2% e fica menos de 2 pontos percentuais atrás da Dell, segunda colocada.
A HP se manteve na liderança da indústria de computadores, vendendo 14,9 milhões de unidades e respondendo por 18,8% do mercado no terceiro trimestre.
A iSupple reviu positivamente sua previsão de vendas para o ano e agora espera crescimento de 13% em 2008.
Em 2009, o crescimento será de 4,3%, de acordo com a analista.
Com informações do Plantão Info
às 11:23
Letícia
Segundo a ForeSee Results, a média de satisfação dos internautas com o e-commerce ficou em 90 pontos, de 100 possíveis
A maioria dos internautas pesquisados se mostrou muito mais satisfeita com as compras online do que com as compras físicas. É o que mostra uma pesquisa da ForeSee Results sobre o índice de satisfação dos consumidores norte-americanos com as lojas físicas e virtuais. Segundo o estudo, a média de satisfação dos internautas com o e-commerce ficou em 90 pontos de 100 possíveis. Já com o comércio tradicional, o índice de satisfação ficou em 72 pontos, de 100 possíveis.
Os dois varejistas online com notas mais altas de satisfação, segundo a ForeSee, são a Amazon.com e a Netflix, com 84 pontos de satisfação. Outros varejistas que viram suas notas aumentarem consideravelmente foram a Walmart, Staples, HP.com e a Target. No geral, as cinco melhores lojas online foram as da Amazon.com, Netflix, QVC.com, Apple, e Barnes and Noble.
Com a economia norte-americana em recessão, a satisfação do consumidor é um fator ainda mais importante. Segundo o estudo, as chances de um cliente voltar aos mesmos lojistas online são 65% maiores se ele ficou satisfeito com sua última compra. Como fazer compras em lojas tradicionais está quase se transformando em uma maratona, são cada vez maiores as chances de as compras online tomarem a preferência das pessoas na hora de escolher os presentes de Natal.
Com informações do PC World / EUA.
às 11:11
Letícia
Uma pesquisa feita pelo Pew Research Center for the People and the Press apontou que a web se tornou a principal fonte de notícias nos EUA. Os dados mostram que 40% dos americanos utilizam a web como fonte primordial, enquanto 35% declararam preferir os jornais.
No entanto, a popularidade dos jornais não diminuiu ficando 1% acima do índice registrado em 2007. Já a internet registrou um crescimento de 24%.
Para Michael Dimock, diretor do Pew Research Center, o aumento na popularidade da web pode estar associado às eleições presidenciais. “As pessoas muitas vezes não querem que o panorama geral de uma eleição. Elas podem querer seguir os seus candidatos e escolher o que estão olhando de uma maneira que outras mídias não permitem”, disse Dimock.
Com informações do The New York Times.
8 de Janeiro de 2009 às 13:23
Letícia
A internet fechou 2008 com 174 milhões de endereços registrados globalmente, com crescimento de 19% em comparação com os números do ano anterior. A constatação vem do “Dossiê Sobre a Indústria de Domínios na Internet”, realizado pela VeriSign no último trimestre de 2008.
O estudo mostra que a base de Domínios de Primeiro Nível com Códigos de Países (ccTLDs) registrados totalizou 68,9 milhões de domínios, um aumento de 5% de um trimestre a outro e de 26% de um ano a outro.
O Brasil subiu da décima para a oitava posição do ranking de países com a terminação “.br”. Já a Austrália (.au), entrou pela primeira vez entre a lista dos dez maiores, desbancando a Suíça (“.ch”).
Outra revelação do relatório é que quatro dos 25 maiores ccTLDs – .eu (União Européia), .kr (Coréia do Sul), .es (Espanha) e .tv (Tuvalu) – apresentaram taxas de crescimento superiores às do segundo trimestre. Os demais mostraram taxas de aumento estáveis ou mais baixas no ultimo trimestre em comparação ao período anterior.
Ao final do terceiro trimestre, a base total de nomes de endereços .com e .net era de 89,4 milhões de nomes de domínios registrados. A base total ajustada desses domínios aumentou em 16% de um ano para outro.
No Brasil, a base de domínios .com e .net registrados cresceu para cerca de 520 mil domínios no terceiro trimestre de 2008, o que representou um aumento de 24% em comparação ao mesmo período de 2007 e oito pontos percentuais acima do crescimento mundial.
Com informações da AdNews
às 12:42
Letícia
Hífen confunde corretores digitais.
A reportagem do IDG Now! testou três serviços de correção ortográfica e todos apresentaram problemas na hora de determinar a grafia correta das palavras com hífen - provavelmente o capítulo mais complicado da reforma. Essas dúvidas só serão sanadas com a publicação de uma nova edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), livro que registra a forma oficial de escrever as palavras, segundo a Academia Brasileira de Letras.
Dos três corretores, o mais eficiente foi o Verificador Ortográfico (Vero) do BrOffice. Ele consegue identificar várias mudanças, como o fim do trema, o fim dos acentos diferenciais, o fim dos acentos circunflexos em palavras com letras dobradas e o fim dos acentos agudos em ditongos abertos.
Os sites Interney e Porto Editora oferecem corretores ortográficos online gratuitos para quem ainda tem dúvidas (e quem não tem?) sobre a grafia correta das palavras. Assim como o Vero, os dois sites conseguem detectar boa parte das mudanças, mas também apresentam problemas com palavras com hífen.
Os serviços online, no entanto, saem na frente da Microsoft, responsável pelo pacote Office, que afirmou que não há previsão para que seus produtos sejam adequados à nova ortografia. De acordo com Eduardo Campos, gerente-geral da divisão de produtividade e colaboração da Microsoft, a companhia “tem o compromisso” de revisar seus produtos e atualizar o banco de dados do corretor ortográfico. Uma revisão do dicionário pode ser divulgada ainda este ano.
Com informações do IDG Now! Confirma a matéria completa aqui.
às 12:22
Letícia
Relatório da Forrester Reseach mostra que redução de custos e estratégias politicamente corretas orientam os gastos com TI.
Quase metade das mais de mil empresas ouvidas pela Forrester Research a respeito de seus investimentos em 2009 disseram que planejam aumentar ou manter atuais projetos em TI verde. O estudo, feito com empresas globais em outubro do ano passado – quando os sinais da crise que afetam a economia global estavam mais fortes –, mostra a preocupação como o tema já faz parte da estratégia de negócios das organizações, que destinam para isso.
O relatório revela que a proporção das empresas que pretendem ampliar os recursos em TI verde é duas vezes maior do que as que afirmaram que irão reduzir os gastos nessa área.
Segundo a Forrester, a principal razão que leva empresas dos Estados Unidos e adotarem práticas de TI é a que aponta que tais projetos promovem redução de gastos com TI. Já na Europa, Ásia e no Canadá, a adoção de políticas ambientalmente corretas se vinculam à atração de investidores e à melhora da imagem e da marca da organização em questão.
Para Carlos Sacco, diretor comercial da Multimídia Brasil, empresa que distribui com exclusividade no Brasil o Green IT, a combinação de todos esses fatores é que tem orientado a adoção de políticas sustentáveis, mas ressalta que a redução dos gastos com a TI, no final do mês, é um grande atrativo. O Green IT é um software que permite às empresas configurarem o nível de consumo de energia elétrica dos computadores e notebooks conectados na rede.
Com informações do PCWorld
às 12:02
Letícia
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